terça-feira, 31 de março de 2020

E mesmo isto!


Canalhice e cobardia


Polícia Judiciária suspeita de homicídio de cidadão ucraniano no aeroporto de Lisboa

TVI dá conta de ucraniano que terá sido assassinado no Centro de Instalação Temporária do aeroporto de Lisboa. Ocorrência só foi comunicada pelo Instituto de Medicina Legal e não pelo SEF.

A Polícia Judiciária está a investigar a morte de um cidadão ucraniano que chegou ao aeroporto de Lisboa no passado dia 11, vindo da Turquia. Segundo noticia a TVI, a entrada do homem em Portugal como turista, terá sido interditada pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras que o colocou no Centro de Instalação Temporária do aeroporto até ao voo de regresso.
No dia em que chegou a Portugal, o homem ainda terá sido transportado ao hospital na sequência daquilo que seria um ataque epiléptico. O relatório médico, referido pela TVI, descreve que o paciente estaria consciente e que falava. Mas no dia seguinte o homem foi encontrado, já no centro temporário, algemado, de barriga para baixo, e com sinais visíveis de agressão que lhe terão causado a morte. É aliás isso que terá decorrido da autópsia, uma vez que foi o próprio Instituto Nacional de Medicina Legal que acabou por alertar a Polícia Judiciária para os contornos da morte.
A PJ suspeita que o homem tenha sido vítima de homicídio e até já recolheu as imagens do sistema de videovigilância do aeroporto para a investigação. As últimas pessoas que terão estado com ele, e que estão agora a ser investigadas, foram os inspectores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras — que não terão comunicado o caso ao órgão de polícia criminal responsável pela investigação.


Isto tem que ser profundamente investigado. Os funcionários do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, implicados neste acontecimento, não são merecedores de representar as forças policiais do País, muito menos o próprio País.

segunda-feira, 30 de março de 2020

Boas notícias


Camada de ozono acima da Antártida recupera e trava alterações na região

Uma investigação publicada na revista científica “Nature” conclui que o Protocolo de Montreal, acordo assinado em 1987 para parar de produzir substâncias destruidoras da camada de ozono, está a ter resultados positivos e que já é possível ver reversões de algumas mudanças preocupantes nas correntes de ar no hemisfério sul.
Ao redor dos polos da Terra, a uma altitude elevada, existem correntes de ar rápidas, chamadas correntes de jacto. O que estava a acontecer antes do protocolo era que o buraco na camada de ozono conduzia essas correntes mais a sul do que o habitual, provocando uma mudança de padrões na precipitação e nas correntes oceânicas.
Uma década depois da assinatura do Protocolo de Montreal, a migração parou subitamente. A investigação agora publicada mostra que a pausa não se deveu apenas a mudanças naturais dos ventos, mas sim ao impacto causado pela redução da camada de ozono.
Espera-se agora que a chuva que foi afastada pela corrente para longe das áreas costeiras da Austrália possa regressar, por exemplo.
“As correntes que trazem o ar frio na direcção do Polo Sul têm vindo a reduzir e é por isso que o sul da Austrália sentiu uma queda enorme na pluviosidade nos últimos 30 anos”, referiu Ian Rae, químico orgânico da Universidade de Melbourne. “Se a camada de ozono está a recuperar e a circulação de ar a voltar mais para norte, são boas notícias em duas frentes.”

Boa semana minha gente!