Mamdani divulga documentos escondidos durante décadas sobre “impacto das toxinas no ar”.
"Morreram mais pessoas
por doenças relacionadas com o 11 de Setembro do que no próprio dia",
afirmou o presidente da Câmara de Nova Iorque, Zohran Mamdani. Mais de 170 mil
páginas de documentos sobre a resposta de Nova Iorque aos ataques de 11 de
Setembro foram tornadas públicas, incluindo registos que permaneceram
inacessíveis durante décadas. Os arquivos poderão esclarecer o que as
autoridades sabiam sobre os riscos das toxinas no ar e quando tiveram
conhecimento das consequências para a saúde.
A Câmara de Nova Iorque
divulgou esta terça-feira mais de 170 mil páginas de documentos relacionados
com os ataques de 11 de Setembro, incluindo registos que, durante anos, foram
procurados por sobreviventes, socorristas e familiares das vítimas e que
poderão ajudar a esclarecer o que as autoridades sabiam sobre os riscos para a
saúde provocados pelas toxinas libertadas após o colapso do World Trade Center.
O novo portal público reúne
documentos sobre a qualidade do ar, problemas de saúde e a resposta da cidade
aos ataques. Entre os arquivos estão o chamado Harding Memo, documentos
relacionados com o World Trade Center 7 e as “68 caixas” de registos que só
foram localizadas em 2025, apesar de vários pedidos de acesso ao abrigo da Lei
de Liberdade de Informação de Nova Iorque (FOIL).
