quarta-feira, 29 de julho de 2026

Vai um mergulho?

Esta é uma das praias mais bonitas de Portugal e a temperatura da água chega aos 26 graus.

Se procura um destino para aproveitar os dias quentes de verão sem se afastar muito da capital, a Lagoa de Albufeira, em Sesimbra, é uma das melhores opções. Com águas calmas, zonas de lagoa, piscinas naturais e uma paisagem de cortar a respiração, este é um dos locais mais especiais da costa portuguesa.

Situada no concelho de Sesimbra, a cerca de 30 minutos de Lisboa, a Lagoa de Albufeira é um verdadeiro refúgio para quem procura tranquilidade, natureza e atividades ao ar livre. Apesar de ser bastante conhecida pelos amantes dos desportos náuticos, continua a surpreender muitos visitantes que a descobrem pela primeira vez.

Água cristalina e piscinas naturais tornam este local único.

Um dos grandes atrativos da Lagoa de Albufeira é a conjugação entre a lagoa e o mar. Durante o verão, formam-se zonas de águas calmas e pequenas piscinas naturais, ideais para famílias com crianças ou para quem prefere um mergulho mais tranquilo.

A temperatura da água na lagoa pode ser significativamente superior à do mar, sobretudo nos dias mais quentes, proporcionando condições muito agradáveis para passar um dia inteiro junto à água.

Além disso, a transparência da água e a envolvente natural fazem deste um dos cenários mais bonitos da região, perfeito para quem gosta de fotografia ou simplesmente de relaxar em contacto com a natureza.

Um destino ideal para os amantes de desportos aquáticos.

A Lagoa de Albufeira é também um dos locais mais procurados para a prática de atividades como paddle, caiaque, windsurf, kitesurf ou vela.

É possível alugar pranchas de paddle e explorar a lagoa de uma forma diferente, aproveitando as águas calmas e a paisagem envolvente. Existem opções de aluguer a partir de 10 euros por dia, permitindo que visitantes de todas as idades experimentem esta atividade.

Praia com bons acessos e vigilância durante a época balnear

Outro dos pontos fortes deste destino é a facilidade de acesso. A praia dispõe de estacionamento, passadiços e apoios de praia, tornando a visita bastante cómoda.

Durante a época balnear, existem zonas vigiadas por nadadores-salvadores, proporcionando maior segurança aos banhistas.

Um espaço protegido de enorme valor ambiental

Para além da beleza natural, a Lagoa de Albufeira integra uma área protegida de grande importância ecológica, sendo reconhecida pela riqueza da sua fauna e flora. O local acolhe diversas espécies de aves aquáticas e constitui um importante habitat para várias espécies, sendo também muito apreciado pelos amantes da observação de aves.

Um dos segredos mais bem guardados perto de Lisboa

Entre águas cristalinas, piscinas naturais, natureza preservada e uma localização privilegiada, a Lagoa de Albufeira reúne todos os ingredientes para um dia de verão inesquecível.

Se procura uma alternativa às praias mais concorridas, este pode muito bem ser um dos destinos a colocar na lista para as próximas escapadinhas, sem necessidade de fazer longas viagens e a poucos quilómetros da capital.

 

 

terça-feira, 28 de julho de 2026

Um livro

Os amigos de sempre, a noite perfeita, nada podia correr mal …

Bec, David, Hayley, Simon e Lisa são amigos desde sempre. No aniversário de Lisa, decidem organizar uma aventura especial e emocionante – o desafio de se evadirem de uma ‘escape room’. Aquilo que pensavam que viria a ser uma aventura perfeita tornar-se-ia o maior pesadelo das suas vidas.

Lisa acorda no hospital com uma terrível sensação de angústia e vazio. As suas últimas memórias são de estar numa ‘escape room’ a comemorar o seu aniversário com os amigos. Porém, descobre agora que um deles está morto – e que lhe salvou a vida – e os restantes parecem querer evitá-la.

Sem se lembrar do que aconteceu, Lisa está determinada a descobrir a verdade, mas, quanto mais se questiona, mais confusa fica. É então que mergulha nas profundezas do passado do resto dos sobreviventes e se depara com revelações aterradoras.

À medida que recupera, Lisa desvenda um rasto de segredos bem guardados, rumores perturbadores e mentiras desconcertantes. Alguém está a fazer tudo para encobrir a verdade.

                                                       A autora

Rachel Amphlett é uma autora bestseller internacional de livros de ficção policial e conta já com três séries de espionagem e vários thrillers independentes publicados e traduzidos para inúmeras línguas.

Antes de se iniciar na escrita, Rachel tocou guitarra em várias bandas e trabalhou como apresentadora e produtora da BBC. Trocou a palheta pela caneta e é atualmente uma das autoras mais admiradas na área de ficção policial e crime.

Eterna viajante, Rachel tem dupla cidadania, europeia e australiana.


segunda-feira, 27 de julho de 2026

Um caso que abalou (e está a abalar) a minha terra.

 Sobre a criança de 18 meses que morreu depois de fechada durante várias horas, esquecida na viatura da instituição, sucedem-se as opiniões, os especialistas do teclado, os juízes do parece que. Enfim, uma panóplia de pareceres que não deveriam ter vindo a lume.

Vejamos:

A funcionária não é a única culpada.

Alguém enviou um código à Mãe confirmando que a criança estava na Instituição. O que era absolutamente falso. Não pode ter sido um simples lapso. 

As educadoras e as auxiliares são também parte nesta desgraça.

Nenhuma percebeu que a menina não estava na creche?

Que o seu cabide estava vago na entrada e que

O seu lugar estava vago na mesa das refeições

E na hora da sesta?

Todas as pessoas que lidam com as crianças naquela instituição foram acometidas de alguma doença súbita?

Qual é a justificação para este somatório impressionante de erros sucessivos e chocantes.

Têm que ser TODOS constituídos arguidos e todos terão que explicar o que é obviamente inexplicável.

Qual foi o Acontecimento Extra-Terrestre que provocou amnésia e alheamento de toda aquela gente envolvida no processo que TINHA A OBRIGAÇÃO de perceber que a menina NÃO ESTAVA na Instituição?

Que funcionária é esta que já está a ser investigada por homicídio por negligência?

Querida Sofia, perdoa-nos.

Perdoa-nos porque os adultos, aqueles em quem tu confiavas sem fazer perguntas, falharam contigo.

Tu não conhecias o perigo, não sabias o que era a responsabilidade, não sabias o que era um erro.

Só sabias confiar e era isso que bastava.

Tu não pediste muito à vida, pediste colo, pediste mimo, pediste histórias antes de adormecer.

Pediste que alguém segurasse a tua mão enquanto descobrias o mundo.

E esse era o nosso trabalho. Proteger-te.

Mas falhámos.



sexta-feira, 24 de julho de 2026

Feira do Livro na Invicta.

A Feira do Livro do Porto regressa aos Jardins do Palácio de Cristal entre 21 de Agosto e 6 de Setembro para a sua 13ª edição. O certame presta homenagem à poeta portuense Inês Lourenço e apresenta uma programação com mais de 200 atividades distribuídas ao longo de 17 dias.

A Feira do Livro do Porto está de regresso aos Jardins do Palácio de Cristal entre os dias 21 de agosto e 6 de setembro, voltando a reunir leitores, escritores, editores e todos os que fazem da literatura um espaço de descoberta, reflexão e partilha.

Na 13.ª edição, o festival literário presta homenagem à poeta portuense Inês Lourenço, destacando o seu universo poético através de um ciclo dedicado à autora. Ao longo de 17 dias, a iniciativa contará com uma programação reforçada, composta por mais de 200 atividades.

A programação, que foi apresentada a 22 de Julho, inclui 21 conversas, 20 concertos, sete mesas-redondas, sete sessões especiais, cinco iniciativas em diálogo, seis espetáculos, três exposições, uma intervenção mural e 83 sessões dirigidas a bebés, crianças, jovens e famílias. O programa integra ainda o ciclo de homenagem a Inês Lourenço, bem como diversas apresentações de livros.

Durante o certame, os visitantes terão também à disposição 140 pavilhões, distribuídos por editoras, livreiros e alfarrabistas.

Como é habitual, a Feira do Livro do Porto voltará a transformar os Jardins do Palácio de Cristal num espaço de encontro para públicos de todas as idades. A programação cruza literatura, poesia, música, teatro, pensamento e outras expressões artísticas, reforçando o papel da iniciativa como um dos acontecimentos culturais mais marcantes da cidade e um espaço dedicado à descoberta, à reflexão e ao diálogo.

 

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Homenagem

Luís Represas comemorava 50 anos de carreira em 2026 e tinha programado concertos com a banda de sempre, mas também a solo, para celebrar a longevidade artística.

Ao longo destas décadas de carreira, Luís Represas foi também distinguido pelo Estado Português com a Ordem de Mérito - grau de Comendador, em 2005.

No comunicado é ainda recordado que, na sequência da luta pela causa timorense, o cantor foi convidado pelo Presidente da República à data, Jorge Sampaio, para o acompanhar na visita oficial a Timor-Leste, tendo sido, mais tarde, condecorado com a Medalha da Ordem de Timor-Leste pelo Presidente Taur Matan Ruak.

A nível desportivo, Luís Represas assumia-se como adepto fervoroso do Belenenses, tendo participado em várias ações do clube lisboeta.

Na memória coletiva ficarão para sempre temas como Feiticeira, Perdidamente, Ai Timor ou 125 Azul.

 

Descansa em Paz, Luís.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Uma aldeia completamente desabitada.

Escondida no coração da Serra da Freita, no concelho de Arouca, a aldeia de Drave é um verdadeiro lugar fantasma, desabitado há quase duas décadas. Sem estradas acessíveis, eletricidade ou serviços básicos, só é possível chegar por trilhos de montanha.

Este refúgio silencioso é constituído por casas de xisto em ruínas, capelas preservadas e vistas incríveis. É, sem dúvida, a aldeia “mais isolada” de Portugal.

Entre montanhas e trilhos pouco usados, uma aldeia onde já ninguém vive há quase duas décadas. Não há ruído de carros, nem vizinhos, nem qualquer sinal de vida moderna. Só ruínas, silêncio e vestígios de uma comunidade que um dia ali floresceu.

Não se trata de uma aldeia “pouco habitada”. Trata-se de um lugar completamente vazio, onde o tempo parece ter parado e onde o único som é o da natureza a ocupar o espaço deixado pelo ser humano.